O CASAL NOÉTICO

Shalom Rabino Avraham , Shalom Amigos,

Gostaria de expressar meu entendimento acerca do shiur Casal Noetico. O Sr Rabino começa falando sobre o amor. O objetivo do mestre é guiar para novos níveis de entendimento. Há um antigo livro místico do mestre Rabi Eliahu Devidas chamado : “O início da sabedoria”, e no livro há um portal sobre o amor. No final do capítulo 4 ele pergunta : “ Porque Hashem criou a emoção de amor entre o marido e a mulher? Interessante a pergunta .Nós sabemos que deve existir emoção no casamento. Ele o Rabi mesmo responde: “Isso foi assim, foi criado para que houvesse um degrau em direção ao homem e esposa, aprenderem a amar Hashem” e conclui com uma ideia. Ele fala que : “Um homem que não compreende de verdade o que é amar uma mulher, jamais compreenderá como amar a D-us”. Isso, sob ponto de vista judaico, resume tudo. Absolutamente tudo sobre o assunto amor. Amor à esposa, amor à família, amor ao próximo e obviamente amor a D-us.

 

Essa questão, amor, emoção, é o diferencial que poderíamos chamar de religião verdadeira ou falsa.

A religião verdadeira é produto de paixão, intensidade, diferente da falsa que predomina a frieza.

Tudo no serviço à D-us, tem de ser passional, o perigo está na frieza, relata o Sr Rabino. Nós sabemos que na afirmação fundamental do judaísmo ( Oração Shemá Israel), a gente fala : “E amarás Hashem teu D-us, com todo teu coração, com toda tua alma e com todas tuas posses”. Isto é fundamental para se entender como se comportar no seu casamento, e por conseguinte o seu casamento com D-us também.

Continuando o Sr Rabino explica, o amor verdadeiro, maduro , não é uma paixão de emoção pela ligação física, que é justamente o que a sociedade secular mais quer, aplaude e exalta. Isso é um estado biológico diferente, não é realmente amor. Amor verdadeiro não tem pendência em algo, todo amor que depende de alguma coisa, está fadado a acabar. Acaba quando essa alguma coisa desaparece. O amor verdadeiro é transcendental sob o ponto de vista físico, isso não quer dizer que o aspecto físico não tenha sua função e é óbvio que tem, nós precisamos procriar. É preciso entender um pouco a diferença de paixão e emoção, é difícil, é parecido, mas não é a mesma coisa.

A paixão se origina da alma, é uma motivação da alma. A emoção é um produto do meu entendimento, que é o que acontece depois que eu entendo alguma coisa. Continua explicando o Sr Rabino,  então eu acredito na minha visão que existe uma diferença de direção da energia. Paixão sendo algo que procede imediatamente da alma, emoção sendo algo gerado a partir do entendimento intelectual, é resultado do Da’at.  Então é um pouco diferente , ainda que fisicamente a sensação seja muito parecida de paixão e emoção e pior pervertida muitas vezes, porque quando uma emoção é dita sendo paixão, confunde amor com atração e se pode imaginar a variedade de erros, emocionais, intelectuais, que confundem tudo, que são movidas por coisa que desconhecem.

A origem da perversão do entendimento desses assuntos, até do amor,vem da influência do meio corrompido. Neste mundo corrompido, secular, anti-Dus, onde a televisão assume um papel desagregador com suas novelas, programação negativa , afim de destruir os relacionamentos dos casais , da família , quebrando um elo que juntava esposa / família / Hashem. A origem dessa corrupção é legado da cultura helenista, que apesar de ter desaparecido, os gregos, deixaram um legado extraordinário, negativo no mundo. A cultura grega, sua filosofia , adoração ao corpo, idolatria, os gregos reuniram todos os aspectos pagãos e construíram com grande força,com grandes adeptos no mundo inteiro, uma filosofia hedonista. O que é hedonismo? Hedonismo, consiste em uma doutrina moral em que a busca pelo prazer é o único propósito na vida. Esta é a base do secularismo fundamental, até ateu, anti-D-us, que hoje é a maior religião do mundo, a que bate de frente em todas as cercas morais que existe no mundo e portanto busca destruir o equilíbrio da sociedade, não só entre si, mas em relação a D-us.

Agradeço o Sr Rabino pelo possibilidade de postar um shiur tão rico de ensinamentos, creio será importante para todos da comunidade.

Tudo de bom,

Francisco Fernando Sousa.

 

EXCELENTE! RAB. AVRAHAM

 

7 opiniões sobre “O CASAL NOÉTICO

  1. Pela Graça de D’us

    Prezado Rabino e Prezados Colegas:

    Peço permissão ao Rabino Avraham para comentar sobre o presente shiur, dentro da minha limitada compreensão.

    O Rabino inicia o shiur relatando um trecho de um antigo livro místico, chamado Rechit Chochmá – O Início da Sabedoria, de autoria do Rabino Eliyahu De vidas, da linha do Arizal; o livro é dividido em Portais, sendo um deles o Portal do Amor, em que é perguntado, ao final do capítulo 4: por que Hashem criou a emoção de amor entre o marido e a mulher? O próprio autor responde: essa emoção foi criada para que houvesse um degrau em direção ao homem e sua esposa, para aprenderem a amar Hashem, concluindo com uma ideia que, em particular, agrada ao mestre: um homem que não compreende, de verdade, o que é amar uma mulher, jamais compreenderá como amar a D’us, sendo este, sob o ponto de vista judaico, o resumo da emoção de amor, seja pela esposa, pelos familiares, amor ao próximo e, antes de mais nada, amor a D’us.

    O amor entre um homem e uma mulher, a que o Rav se refere, é sublime – aproxima de D’us, sendo o amor retificado, assim humildemente entendo. Observo, também, que as pessoas, hoje em dia, não se amam: apenas se usam. Dia desses, caminhando pela rua, vi um grupo de pessoas gargalhando alto e flertando, conforme a descrição do Rabino em outras aulas suas. Na sequência, viro a esquina e me deparo com cachorros latindo e, de certa forma, também flertando. Não vi diferença nenhuma, o que me deixou perplexo – muitas vezes, já me comportei como um animal e, infelizmente, sempre corro o risco de cair novamente. Que D’us me dê forças.

    Segundo o Rabino, a religião verdadeira é produto de paixão e intensidade; por amor aos seus alunos, o Rav admoesta e orienta de forma intensa e passional, sendo este seu estilo didático; segundo a afirmação fundamental do Judaísmo, Hashem ordena que se ame a Ele com o coração, com a alma e com suas posses, salientando a paixão, não o aspecto intelectual, conforme traz o Rabino. Na aula, é traçado um paralelo entre o casamento do homem com a mulher e o casamento de um indivíduo com D’us; amor verdadeiro e maduro, afirma o Rav, não é uma paixão de emoção pela ligação física, exaltada e aplaudida pela sociedade secular, sendo este um estado biológico diferente, mas não é realmente amor. Amor verdadeiro não é dependente de algo, afirma o Rabino, citando Ética dos Pais: todo o amor que depende de alguma coisa não é amor, pois, se a mesma desaparece, o amor acaba; amor verdadeiro é transcendental, sob o ponto de vista físico, o que não quer dizer que o aspecto físico não tenha a sua função, como na procriação, conforme as palavras do mestre..

    Quanto mais estudo – estudo muito pouco, muito menos do que gostaria – o material do Rabino, mais me assusto. O D’us que me apresentaram, no mundo secular, é praticamente uma caricatura; o D’us da Torá, dos Patriarcas e Profetas, é maravilhoso, não há palavras para descrever. É tudo muito grande, luminiscente e inconcebível intelectualmente. O ser humano tem, por hábito, atribuir explicação para tudo. O Rabino, em outras aulas, afirma que D’us está muito além da lógica humana; o conceito de milagre é um exemplo. Emocionalmente, é algo muito presente e intenso, ao menos assim percebo. Confesso que, no momento, eu tenho muito mais temor a D’us do que amor. Trazendo isso para realidade secular, onde tudo é diluído e desconectado de Hashem, segundo o Rabino ensina, as pessoas não se relacionam, apenas se adicionam ou se deletam, com a mesma frieza do acionar de uma tecla.

    Conforme explica o Rabino, existe uma diferença de direção de energia entre paixão e emoção: a paixão procede imediatamente da alma, enquanto a emoção é gerada a partir do entendimento intelectual, ainda que fisicamente a sensação de emoção e paixão seja similar. Muitas vezes, explica o mestre, a emoção pervertida é confundida com paixão – amor e atração são confundidos, havendo uma variedade extraordinária de erros emocionais e intelectuais das pessoas, que confundem tudo e não sabem o que estão fazendo.

    Milhares de vezes caí neste tipo de armadilha descrita pelo Rabino. Em função de relacionamentos equivocados, baseados em animalidade, já conteceu todo o tipo de confusão mental e emocional comigo. Aprendi, relacionando este assunto com outros shiurim do Rav, que a pior coisa que eu posso fazer é me desconectar de D’us, ignorar Suas regras, e deixar me levar pela emoção degenerada, baseada na minha vaidade.

    O Rav prossegue o shiur, elucidando a origem da corrupção do entendimento do que é o amor: a cultura helenista, com seus conceitos de filosofia, adoração ao corpo e pluralidade em termos de fé, ou seja, idolatria. Os gregos, afima o Rabino, reuniram todos os aspectos pagãos e construíram, com grande sutileza, uma filosofia essencialmente hedonista.Os gregos eram adoradores da mente, não da ação e da retidão.

    Do que foi explicado pelo Rabino Avraham, do pouco que entendi, veio dos gregos a supervalorização da forma. Por outro lado, o que os gregos achavam que era conteúdo – as ideias e filosofias – eram apenas palavras vazias, separadas de D’us e Sua Torá. Espero ter compreendido corretamente.

    Na sequência do shiur, o mestre explica que a chave para um casamento de sucesso são as ações de amor – amor é o que a pessoa dá, não o que ela espera receber. Se a pessoa dá algo com expectativa de receber, ela está se enganando, a pessoa está se amando, não amando o outro. Nas relações de hoje em dia, traz o Rav, há uma relação de interesse, unilateral, sem parceria, uma briga de egos. Sem D’us na relação, ensina o Rabino, o que há entre o homem e a mulher é totalmente baseado no corpo e no prazer; o que é triste são as crianças, que ficam traumatizadas e chegam à fase adulta desequilibrados, como se vê hoje em dia, conclui o mestre.

    No meu trabalho, vejo muitas crianças carentes. A explicação do Rabino Avraham me abriu os olhos para um detalhe: os casais, se digladiando da maneira relatada pelo mestre, também são carentes, pois, estando juntas, na verdade estão sozinhas – o que reflete em seus filhos.

    O mestre, dando prosseguimento aos shiur, explica que a pessoa tem que se acostumar a evitar a cultura brasileira, afeita ao “jeitinho”, que é totalmente contrária à Torá, incorrendo em trangressões às Leis Divinas; a pessoa deve ser honrada e reta todos dos dias, fazer o que é certo, independente de estar sendo observada ou não por outros. Quanto mais se revela a verdade no coração, quanto a temor e amor a D’us, como noéticos, mais as pessoas em volta vão cobrar e acusar por cada pequeno erro. A Torá é um código de honra, afirma o Rabino; é preciso fazer o que é certo não por esperar uma recompensa, mas porque é o certo, e esta é a fundação de uma religião verdadeira, e foi o que Hashem revelou no Monte Sinal há mais de 3.300 anos atrás. Tudo é construído em cima disso – fazer o que é certo sempre, orienta o Rabino.

    O que foi supra citado é um dos motivos por que eu não gostaria de ter uma rede social: me sinto mais exposto e, assim, na obrigação de honrar o que aprendo aqui. Por outro lado,paradoxalmente, tenho falado abertamente sobre Torá, na parte que me cabe, e tenho coberto a cabeça e os braços. Penso, no meu modesto entender, que se for para viver o que estudo, que seja de uma vez, mesmo ainda cometendo erros. É difícil acertar, sem ter recebido a Torá, da forma que o Povo Judeu recebeu. Graças a D’us, temos as orientaçãos do Rav.

    O mestre afirma que há pessoas que o procuram buscando ferramentas espirituais, meditações, Nomes Divinos, rituais e afins, pensando que isso vai fazer com que elas tenham experiências espirituais profundas, como vislumbrar a abertura do véu que separa as dimensões, universos e mundos paralelos, ou travar conversações com anjos. O Rav revela que isso é verdade, para as poucas pessoas no planeta que tem o conhecimento, o mérito e a disciplina, para empregar os sacrifícios e esforços necessários para chegar a esse nível espiritual, o que é raríssimo. Porém, o objetivo dessas experiências espirituais existirem é um meio para um fim – as pessoas não sabem para que elas servem, fazendo tudo tolamente, por entretenimento, mais interessadas em auto-ajuda do que em real crescimento espiritual, ensina o mestre.

    Na verdade, ao começar a estudar no Retidão Noética, sendo orientado pelo Rabino Avraham Chachamovits, o que estava buscando era uma maneira de parar com meus pesadelos, visões e confusões emocionais e mentais, e manifestações do meu ego doentio, enfim, todos os meus defeitos que me afastam de D’us. Não sei se estou errado, mas prefiro viver a minha realidade cotidiana, lutar para me retificar, do que pensar em viagens astrais.

    No final do shiur, o Rabino ensina que D’us criou a emoção de amor entre o homem e a mulher, para que essas emoções e traços de caráter se tornem um instrumento para aumentar o serviço a D’us; é fundamental entender que é a mulher quem manda em casa, a casa é da mulher, sendo ela uma representação da Shechiná – Presença Divina; o homem não deve entristecê-la, pois é isso que faz com que haja falta de bênçãos em casa – dinheiro, saúde etc.; a mulher infeliz afeta diretamente o sustento da casa; o casal deve trabalhar junto para criar paz em casa, porque paz é um recipiente de bênçãos – paz e amor.

    Eu amei um dia – conheço a sensação de amar uma mulher. Minha única dúvida, após estudar a aula do Rabino, é se foi realmente amor ou uma ilusão dos meus instintos animais.
    Amo o meu filho, o meu trabalho e fazer música; amar e cuidar, como o Rabino faz conosco, seus alunos, seria uma extensão do amor de D’us? Tenho a tendência de acreditar que sim, mas não tenho certeza. Estou aprendendo a conhecer o Verdadeiro D’us com o mestre e, também, aprendendo a amá-Lo da forma correta. Me considero um homem de sorte.

    Se não entendi algum conceito explicado no shiur, peço desculpas antecipadamente.

    Márcio

    SUAS PERCEPÇÕES ESTÃO SE REFINANDO, BARUCH HASHEM. CONTINUE ASSIM. RAB. AVRAHAM

    • TODOS DEVEM LER ESTE TEXTO. RAB. AVRAHAM

      Shalom Rabino Avraham e Amigos,

      Obrigado pela contribuição amigo Márcio, e todos os demais.

      Peço licença para expressar algum entendimento sobre esta aula, se D-us quiser:

      Logo no princípio da aula o Rabino Avraham, nos surpreende com algumas palavras aparentemente simples, precisamos estar atentos, para não passar despercebido:

      “… me parece que temos menos gente… mas parece que é porque não são casados e por tanto não tem interesse em saber sobre o Casal Noético… é uma pena para estas pessoas, até porque quem me conhece sabe que, eu aponto uma coisa e depois vou parar em outro lugar e… Ensino O Caminho para vocês…”

      O Mestre vem então docemente falar de amor, o ingrediente essencial para entendimento. Que Hashem criou uma ferramenta especial para ajudar o Homem adquirir conhecimento, que é a sua própria cara metade, a Mulher: “… um homem que não compreende de verdade o que é amar uma mulher, jamais compreenderá como amar a D-us…”. Sendo este o princípio para o Homem conhecer a D-us. É citado o livro Reshit Chochma (Princípio da sabedoria), sessão Portal do Amor.

      Penso que o maior exemplo em nossas vidas, é nosso Mestre, sendo sempre passional conosco, não deixando nada passar batido, e nos proporcionando assim correções precisas, pela mais pura dedicação. O Mestre esclarece que estas correções por si só revelam quem somos, e quais são nossas intenções. De imediato, falando por mim mesmo, há emoções desagradáveis (vergonha, medo, timidez, afinal, não desejamos errar), o sangue esquenta, mas a paixão por este caminho e ao Mestre, fala mais alto, Graças a D-us, e hoje não meço esforços em correr para agradecer tais correções, como que queimando qualquer emoção indevida, buscando emular o Mestre, aceitando tudo com amor. Baruch Hashem.

      O Mestre segue então esclarecendo que a falta de paixão pela Verdade, é o que causa separação entre Céu e Terra (num pensamento mais íntimo e materializado imagino ser o B’nei Israel e as Nações). Que o oposto da paixão, são as Re-Ações emocionais que as pessoas tem, tudo se resumindo no sentir (o engano de se “achar” que está amando algo, ou alguém), explica o Mestre. Neste ponto, afim de não nos iludirmos com nossos sentimentos externos, recomendo fortemente sempre ouvirmos (toda semana) a aula => http://beitarizal.org.br/2013/06/09/noeticos-ambiente-hostil/ . Ficando assim sempre atentos as nossas ações e lembrando sempre que: nós vamos fazer, e depois nós iremos entender. Pois, “… aconteça o que acontecer, eu não quero nem saber … Eu vou fazer tudo o que for ao meu alcance para o meu crescimento espiritual verdadeiro de acordo com a Torá”, ou:

      Em outra citação do Mestre: “… o Justo VIVE pela sua Fé…”.

      O Mestre prossegue revelando que Estes serão parte da Comunidade Remanescente de Israel. E que este desejo em ação (haja o que houver, Façamos o que tem de ser feito), é a ligação direta com Hashem, aqui em paralelo com o amor da união pura entre um casal (tanto nós [nações] e o Mestre [Israel] = um Par, quanto nós [homem] e [mulher] = um Par). Penso que isto significa a Presença divina em graus muito elevados, com conseqüências muito fortes no físico, favoráveis a nosso meio, digo, em nossa sociedade. Mas que a princípio necessitamos revelar essa fidelidade que é igualmente ao relacionamento entre esposa e marido. Então, precisamos nos coscientizar que Aqui é nossa prioridade de Vida, trabalhar incansavelmente em prol de nossa manifestação física no país. Tudo é a favor. O Mestre já nos comprovou, está tudo na Torá:

      Veja: Brasil ברזיל temguemátria 249, a mesma de הצדיקם “Os justos”, como no verso: “Talvez haja 50 justos dentro da cidade. Também destruirás e não perdoarás ao lugar pelos 50 justos que há dentro dela?” (Bereshit 18:24). E talvez existe então esperança aqui no Brasil de eu encontrar 50 justos. Mais ainda, existe um rêmez (“dica”) que estes justos estão ligados a um “Avraham“, pois 249 também é a guemátriade ואברם “E Avram“, como no verso: “E partiu Abrão, como lhe falara o Eterno etc.” (Bereshit 12:4).
      Rabino Avraham

      Em continuidade à seqüência da aula: um Código de Honra. É necessário nos manter sempre discretos. Fazer o que deve ser feito. E temos também de sempre nos precaver, e se preocupar com a forma que nos expomos. Se realmente amamos Hashem, a Torá, e o B’nei Israel, devemos resguardar este amor, e não expor esta relação íntima e intensa com Israel (nosso Mestre) que está sendo revelada para nós. Nunca permitir transparecer qualquer semelhança com os judeus.
      Feito isto, penso que o Mestre então nos direciona a pensamentos ainda mais íntimos: A voz do Sinai, que é estabelecida através desta união santa (de mente e coração) com Hashem. E que assim temos a oportunidade de entendimento e crescimento espiritual sem impedimentos, o propósito de transformação do homem na criação. E a dica mais valiosa é: para acelerar este processo, só a bondade gratuita (palavras do Mestre).

      Mais adiante, o Mestre atua no setor de Cobranças: A obrigação é da Mulher. Assim como a casa é da mulher, a obrigação é dela de trazer os Homens, para conhecer a Hashem. Permitindo assim à Ele, contribuir com o sustento celestial da casa, e por extensão o físico. Incentivando-os nos estudos, eliminando “barreiras” (sendo sempre recatadas, já que para o homem a tentação é maior, e particularmente falando, nos vejo como crianças tolas, com um excesso de inocência de nossa natureza, que se não tivermos este apoio fortificado de nossas esposas, é realmente muito difícil sobreviver e crescer nestes estágios espirituais). Enfim, elas cuidando dos maridos como seus próprios filhos. Penso que assim como viemos a este mundo através de uma mulher, estes estudos Santos, assim também tem nos revelado que, necessitamos de um útero, para nos desenvolver e crescer espiritualmente, e assim sermos criados para o mundo vindouro, se D-us quiser.

      Que pelo Mérito do Mestre, Hashem nos permita sempre contar com esta força de formação, abençoada pelo Criador.

      Agradeço ao Mestre por nos ensinar a Honrar à Presença Divina no mundo, e às raras Mulheres Virtuosas que dedicam suas vidas à Hashem.

      Obrigado amigos pela constante presença e participação.

      Edson.

      EXCELENTE E MUTO SENSÍVEL. RAB. AVRAHAM

  2. Shalom estimado Rabino Avraham e colegas.

    Venho pedi permissão para fazer um breve comentário sobra esse excelente shiur, “o casal Noético” um tema muito importante para todos, tanto os casados como aqueles que ainda estão à procura da futura esposa”.

    Após as condecorações iniciais o Rabino começa falando sobre um antigo livro misto, de um grande mestre Cabalista, chamado de Rabbi Eliyahu de Vidas, ele foi da linha do ARI’ZAL, esse grande mestre escreveu um livro muito famoso, chamado “Reshit Chochmá”, “O Inicio da sabedoria”, no final capitulo 04 ele pergunta porque Hashem criou a emoção de amor entre marido e mulher? Onde ele mesmo responde, que D”us criou dessa forma para que houvesse um degrau, ao homem e sua esposa, para aprenderem a amar Hashem”.

    Então o Rabino Avraham nos diz que, ele, “Rabbi Eliyahu de Vidas” conclui com mais uma ideia, que em particular o Rabino gosta muito, Que diz; “Um homem que não compreende, de verdade o que é amar uma mulher, já mais compreenderá como amar a D”us”. O mestre nos que, isso no seu ponto de vista judaico resume tudo, absolutamente tudo sobre o assunto de “Amor’ seja amor a esposa, ao próximo, e amor a D”us.

    O mestre continua falando sobre o perigo da frieza, o serviço a D”us tem que ser parcial, porque o perigo está na frieza, tudo tem que ser feito com paixão com amor verdadeiro no coração”.
    O Rav, traz um texto da Torá, que nos revela, “e amaras a Hashem Teu D”us, com todo seu coração com toda tua alma e todos suas posses”, isso fundamental para todos aqueles que querem realmente amar a Hashem de coração aberto e puro.
    Aprendemos que devemos amar a D’us com todas nossas forças, algo profundo e lindo, porque vivemos em mundo totalmente desconectado de D”us, ante-D’us, imagine amar a D’us.

    O Rabino continua nos dizendo que o verdadeiro amor é maduro, não é só uma emoção de uma relação física, é um estado biológico diferente, porque amor verdadeiro, não depende de algo, porque se esse algo deparasse o amor também vai desaparecer então o amor verdadeiro ele é transcendental, no seu ponto vista físico, é preciso entender entre essa diferença entre paixão e emoção, paixão nasce da alma e emoções é produto do nosso entendimento, é que acontece depois que entendo algo, ou alguma coisa. Como podemos ver os inúmeros erros das pessoas que acham que amor é uma atração física, mais com o tempo passa essa tal atração e vêm as diferenças, as brigas e os desentendimentos, que D’us não permita.

    O Rabino continua dizendo que mesmo que fisicamente exista uma aparência entra emoção e paixão as pessoas erram por não saberem diferenciar ambas, isso nos levar a pensar antes de tomar qualquer decisão antes de casar com alguém.
    A origem da perversão desses assuntos e legado da cultura helenista, os gregos, deixou um legado negativo no mundo, com suas pluralidades com seus deuses inferiores, eles reunirão todos os aspectos pagão com grande força, criando uma filofia hedonista, que afirma que a se algo é bom para mim , se eu gosta então isso é bom, tudo isso deu origem também ao perigoso secularismo ,ante- D’us , e batem de frente com as cercas morais em relação a D”us.

    O mestre nos ensina que a relação entre céu e terra deve ser equilibrada, para isso devemos viver de acordo com a Torá, ninguém viveu isolado, a falta de equilíbrio é algo marcante em todas as religiões nãom tem equilibro, é produto do homem que neguem a Tora e vivem desequilibrados.
    Aprendemos com isso que nosso casamento deve está sempre de acordo com as Leis da Torá, para assim trazer equilíbrio para nossas famílias e ao mundo ao nosso redor.

    O mestre entra no campo muito delicado, porque mexe com nosso ego. Ele nos fala que o casamento de sucesso é onde a dinâmica fundamental esta nas ações de amor,então voltamos para o começo da aula onde a entrega é total, com paixão, sem reservas.
    Mais o que é amor?, o Rabino explica, o amor verdadeiro é o que você oferece, não o que você espera receber de uma outra pessoa.
    Se você está dando com intenção de receber algo em troca, então você não está amando, mais sim se enganando.
    Ensinamentos lindos, e únicos, que nos mostra como é o verdadeiro amor entre um casal, que possamos procurar viver sempre dessa forma, amando nossas esposas de acordo com a Torá.

    Segue o mestre nos dizendo que, se você se ama, e a outra pessoa também se ama, então enquanto for do meu interesse fazer algo por você, e você coresponder a relação dar certo, mais no momento em que meu ego ficar mais inflado, e que eu já não mais queira fazer algo por pela a outra pessoa, por que eu só procuro e quero me satisfaz, e a outra pessoa também pensa igual, pelo fato de não termos ensinamentos da Torá, nem entendimento sobre os conceitos corretos, então vai dar errado, é o que tem acontecendo com muitos casamentos no mundo secular sem D”usa e sua Torá”.
    Que Hashem abençoe nossos casamentos, que possamos amar nossa família de forma correta e justa, vivendo uma vida reta e justa em todos os sentidos.

    Obrigado Rabino Avraham por sua bondade e amor, obrigado amigos por lerem esse comentário.
    Obrigado meu D’us por nos ajudar e permitir estarmos aqui aprendendo coisas tão únicas e profundas para nossas vidas e das nossas famílias.

    Shalom a todos.
    Tudo de bom
    Francisco Saturnino

    CONTINUE APRENDENDO ASSIM! RAB. AVRAHAM

  3. Comentário sobre:

    O CASAL NOÉTICO

    Shalom Sr Rabino Avraham e a todos os membros desta Comunidade.

    Peço permissão ao Mestre para expor o que aprendi com este estudo tão profundo e cheio de ensinos de Torá.
    Torá é um Código de Honra, dado por Hashem. O Mestre apresenta conceitos, que nos fazem ver o quanto o mundo é escuro, e cheio de mentiras, as emissoras de comunicação se declaram ” fábrica de ilusões ” e isso é completamente oposto a Torá.
    O Sr Rabino nos traz a verdade que uma pessoa verdadeira e honrada, ama a D-us e ama ao próximo, com ações retas e verdadeiras, diferentemente da cultura helenista que apresenta um amor teórico, nos apresentam o mundo das ideias. Em Torá é preciso ter ação, cumprir os Mandamentos de D-us, é pagar um preço para ter um alinhamento digno, para obter mérito.
    Hashem nos ama com ação, e nós devemos, como diz o Profeta Habacuque “… o justo vive pela sua fé “…, de acordo com nosso Mestre, a filosofia hedonista, afirma que se algo é bom ou se o indivíduo gosta de alguma coisa isso é bom. Há uma falta de equilíbrio, que afasta o homem do Seu Criador. Muito bem analisado pelo Sr Rabino Avraham.
    O Estimado Rabino nos exorta a praticar o amor com entendimento e não apenas com emoção, …” quem não compreende amar a sua esposa, não tem condições de amar a Hashem…”, devemos amar nossas esposas sem esperar receber nada em troca. É um exercício diário, que requer de nós muita dedicação.
    Esse mundo tenebroso, repleto de ilusões não pode nos vencer. Obrigado mais uma vez Rav Avraham pelas palavras de sabedoria, que possamos sair da teoria e por em prática, é bem verdade que não é fácil, principalmente quando nossas esposas não querem Torá, mas, de acordo com a mensagem do Mestre, devemos agir com dedicação, zelo e amor com elas e com todos os nossos.
    Outro aspecto que me chamou atenção é fato de que, querer ser judeu noético e não obedecer as Leis do Eterno, é pura ilusão. E realmente há uma necessidade de nos alinharmos aos preceitos da retidão. Que Hashem, nos ajude a lutar, com coragem contra a cultura grega e suas mentiras, que nos espreitam a cada curva da vida.
    Amar é praticar o que é reto. Devemos fugir do que não nos traz conhecimento Verdadeiro e Santo.
    Que D-us Ilumine sempre sua mente Estimado Mestre, e que o Sr nos ensine e nos corrija sempre, para, nos alinharmos com a Santa Torá de Hashem.

    Que venhamos a deixar de teoria e vivamos o Caminho que nos é apresentado. Grato por tudo Mestre. Preciso repetir essa verdades a todo momento de minha mente e principalmente por em prática, pois, se não for dessa forma, jamais me tornarei uma recipiente digno.
    Sem mais, e respeitosamente.
    Marcelo Araújo de Souza

    MUITO BOM. RAB. AVRAHAM

  4. TODOS DEVEM LER E MEDITAR SOBRE ESTE TEXTO. RAB. AVRAHAM

    Shalom a todos os Amigos e ao nosso Mestre Rabino Avraham.
    Inicio pedindo desculpas pelo meu atraso fugindo da disciplina que me fora proposta e aceita, mas no entanto, problemas de força maior me impediram de honrar o compromisso.
    Pela Graça de D’us, gostaria de compartilhar o que eu consegui extrair da aula do nosso Mestre sobre o Casal Noético.

    Sempre iniciando com uma canção maravilhosamente inspiradora… ela começa a nos separar do mundo físico e nos concentrar melhor nas Santas Palavras do Mestre, Graças à D’us!
    O Rav começa percebendo que havia poucas pessoas presentes na aula, já que na ocasião a aula era virtual ao vivo. Ele diz que poderia ser por haver no grupo poucas pessoas casadas e então desinteressadas no assunto. Bem, partindo de que este seria de fato o causador da ausência ou desinteresse das pessoas, seria trágico. Observo minha vida hoje depois de um divórcio o qual até hoje me traz dores, e mesmo que eu tenha resolvido não mais me dar em casamento, não só este assunto como TODOS assuntos pertinentes aos Noéticos devem ser de suma importância e interesse para todos nós aqui. Se não vamos aplicar literalmente, se não iremos contrair casamento, devemos ter todo o conhecimento ao menos teórico para podermos ensinar! E ainda há um motivacional também de enorme importância… que é a nossa educação de forma que tenhamos disciplina para o caso de acontecer de Hashem nos revelar a alma gêmea. E mais importante ainda é sabermos nos separar dos ímpios, idólatras e afins, pois entendo eu que a partir do momento em que nos assumimos como Bnei Noach, estamos decretando sobre nossas vidas que exclusivamente, caso venha a acontecer, nos relacionaremos com outra pessoa que confesse e assuma da mesma forma sobre si o Código de Leis de Noach. Deixo aqui registrado que eu ainda não tive tempo de navegar pelo site como eu gostaria, logo estou partindo da premissa que o Bnei Noach não tenha a obrigação de casamento e consequentemente gerar filhos. (REPRODUÇÃO É A PRIMEIRA MITSVÁ DA TORÁ E SIM E COMPLETAMENTE APLICÁVEL A TODOS OS SERES HUMANOS. RAB. AVRAHAM)

    O Mestre fala que Ensina um Caminho para nós, e não fica tirando dúvidas curiosas, citando o exemplo da internet onde existe uma série de sites os quais oferecem todo e qualquer tipo de respostas para esses curiosos e o pior de tudo são estes sites estarem nas mãos de pessoas que simplesmente não tem a menor capacidade efetiva de dar nenhum tipo de auxílio (MUITO PRECISO SEU COMENTÁRIO, E UM SINTOMA DO AVANÇO PODEROSO E SEM PARALELOS DO MAL NA TERRA. RAB. AVRAHAM).

    Graças à D’us eu fui “saído” desta classe após meu primeiro contato com o Mestre. Não quero ser repetitivo, mas acho importante citar sempre bons testemunhos, testemunhos de amadurecimento e crescimento. (CONCORDO. RAB. AVRAHAM)

    Ainda no contexto, o Mestre faz uma comparação sobre o conteúdo e quantidade de participantes em uma aula como esta e “Mundo da Mentira, o Mundo Pop”… onde enquanto a sala aqui esteve vazia, pessoas que só induzem outras para baixo, estimulam a queda, seguem com seus milhares de seguidores. Porém, este diferencial, é de certa forma até um bom indicador do quanto nós temos lutado para nos mantermos separados. Os poucos que participaram ao vivo neste dia, é nós outros poucos que temos esta oportunidade de receber estas palavras devemos agradecer a D’us, sempre! Imaginem se Hashem não atuasse conosco com benevolência? Eu particularmente dependo muito da ajuda dEle pra encontrar uma ilha de Shalom, estudar, escrever. Ainda quando o Mestre comenta sobre os vários canais disponíveis, ele também frisa: “mas Casher só tem um!” Baruch Hashem! (SUA SENSIBILIDADE ESTÁ MUITO ALTA, BARUCH HASHEM)

    Amor um assunto e uma prática que o Rav gosta de usar conosco, mesmo quando (aliás, sempre) damos trabalho. Quando assisto em especial os vídeos noéticos é muito bom vê-lo lidando diretamente e ESPECIALMENTE conosco com um ligeiro sorriso no rosto, isso ameniza as admoestações, pois elas vem com o melhor dos sentimentos.

    A importância e profundidade do que significa um Casamento é bem explicada pelo Rav quando ele diz que Hashem criou a Relação de Amor entre o marido e a mulher, o que seria um degrau para o marido e a mulher para alcançar, aprender a amar Hashem. Um homem que não compreende o que é amar um a mulher, jamais compreenderá o que é amar a D’us. Daqui eu me questiono… um homem ou um mulher que vive só jamais alcançaria um nível de espiritualidade tal qual uma pessoa que serve à D’us e seja casada?

    Quando é dito que a “religião verdadeira” (expressão que o rav não gosta de usar) é produto de paixão, intensidade, não é citado o intelecto! Esta paixão não é direcionada, estimulada, pela ligação física segundo o mundo propaga e aplaude! O amor quando está dependente de algo, e este algo se acaba, o amor acaba junto. O Verdadeiro Amor é transcendente!

    Como entender a diferença entre paixão e emoções? A Paixão é uma motivação da Alma. A Emoção é produto do Entendimento, acontece depois que algo é entendido. Paixão procede imediatamente da Alma, e Emoção é gerado a partir do intelecto. Ainda que fisicamente a sensação seja muito parecida, a paixão e a emoção, costumeiramente são pervertidas pois quando uma Emoção é dita como uma Paixão, ela confunde Amor com Atração! Daí vem as consequências, pois é um erro!

    A origem da perversão dos entendimentos desses assuntos, especialmente sobre o Amor, é porque nós somos violentamente e assiduamente influenciados pelo meio. E a origem dessa corrupção, está completamente ligada à cultura helenista (grega). O Legado Negativo deixado pelos Gregos no mundo! Pluralidade da Fé, adoração ao corpo, o hedonismo (se uma coisa é boa para mim, logo, isto é bom!) A maior religião do Mundo! Os gregos eram adoradores da mente, das teorias, das filosofias.

    Mais uma vez o Mestre trás o assunto sobre conceitos religiosos pagãos quando se considera que o isolamento do mundo, abstenção de tudo e de todos para se obter “elevação espiritual” seria algo adequado. No entanto a Palavra de D’us diz que é o contrário, não é assim que exercemos o nosso papel na Humanidade! É preciso ser uma “Pessoa de Torá” no Mundo! Conceito este que em todas as religiões são desequilibrados, são perversões humanas!

    O Mestre nos dá um resumo do que é efetivamente o Amor:
    Definição NÃO judaica do que é amor: Sentimentalismo;
    Definição JUDAICA do que é amor: Muito pertinente, trazendo em questão o exemplo de algo muito comum em nossos dias, que é o suposto amor a Israel! Amamos os Judeus, respeitamos o Judaísmo, mas não queremos as Halachot! Palavras do Mestre: “Fazer uma conversão meia-boca”… Essas pessoas que dizem “amar” e não querem seguir, correm atrás dos reformistas porque eles não se interessam em cumprir a Lei! A Lei representa o desejo de D’us. Farei e ouvirei. Fantásticas as colocações do Rav! A plena realidade dos dias de hoje! Eu convivi com essas coisas. Quem sou eu pra dizer que hoje sou alguma coisa, mas vejo um filme passando em minha cabeça, e agradeço muito a Hashem todos os dias por ter conseguido chegar até aqui! São lutas constantes e diárias, tudo luta contra minha renúncia do passado, mas graças à D’us por estar aqui, ouvindo a voz do Mestre bem alto dentro dos meus ouvidos! Graças à D’us!

    Há alguns meses atrás eu já havia assistido a esta aula e a frase “Para o Judeu, Amor não é o que você sente no Coração… Amor é o que você Faz!” foi um impacto para mim, onde pegamos o conceito que é totalmente aplicável aos Bnei Noach, e quando eu cruzava com pessoas que se diziam servos de D’us e não se consertavam, eu largava essa frase logo… muita gente querendo ser, sem fazer nada. Como mais uma vez o Rav cita, a profundidade do verso de Habacuque 2:4, O Justo vive pela sua Fé, Ele não fala, Ele vive, Ele dá exemplo! Tem amor a Hashem, tem amor a Torá, tem amor a Israel, amor pelo Próximo! Mas acima de tudo… Ação Reta e Verdadeira! Que assim nos tornemos, melhoremos a cada dia, se D’us quiser!

    O Rav fala sobre o profeta Joel, onde é dito que a Comunidade que permanecerá existente será pequena, e não apenas de Judeus, mas também dos retos das Nações!

    Então analisemos um exemplo do que é Amor de fato… vejamos as palavras aqui do nosso Mestre: “Eu acredito no que os profetas falam, e tento colocar na prática esta vivência, que inclui uma Ajuda Profunda e Intensa a vocês! Por menor que seja o Grupo!”. Graças a D’us!

    A Chave do sucesso para um casamento está nas ações de amor. É só isso. E é TUDO isso! Dar com expectativa de receber não significa que você esteja amando, mas pelo contrário, significa que você está SE amando! Relação de Ego, sem D’us, superficial, baseada no corpo e no prazer!

    Tem coisas que são tão obvias que parece que nosso ego tem uma repulsa automática… Porque você deve fazer as coisas certas? Porque simplesmente é o correto a ser feito! O Mestre ensina que a Torá é um código de honra (E ISSO APENAS UM NÍVEL DOS INFINITOS), logo devemos ter um exímio cuidado para não sermos mal julgados pelas pessoas as quais somos obrigados a cruzar ou conviver diariamente, e não cometer o erro de Profanação do Nome de D’us. Que D’us nos livre! Atentem mais uma vez a esta frase do Mestre, de fundamental importância para nós: “Quanto mais vocês revelarem a Verdade do seu Coração, em termos de Amor e Temor a D’us, mais vocês vão estar sempre, obviamente, na mira dos ímpios!”. Todo zelo e cuidado é pouco.

    Eu gostaria de chamar atenção aqui para outro dito do Rav que me remeteu imediatamente a experiências recentes… disse ele: “Evolução, é uma real possibilidade. Tem que mudar, tem que reavaliar.” Isto me trouxe a mente algumas críticas que eu recebi em meu processo recente de amadurecimento… uma pessoa ficou perplexa porque eu estava agora recebendo e respeitando os sábios, e ela tentava me agredir trazendo a lembrança de que antes eu era de um jeito e agora eu sou de outro… daí ao invés deu crescer, ficar com raiva e até mesmo contra-ataca-la, eu sorria, agradecia a Hashem e a respondia… “Fulana, preste atenção! Isso é evolução! Maturidade! Crescimento! Mas nunca Vergonha! Eu sou grato à D’us por isso!” Em termos simples ela jogava na minha cara as minhas afirmações do passado como se eu fosse uma pessoa volúvel que muda de ideia como as pessoas do mundo mudam, meras folhas ao vento. (ALIÁS, É UMA HALACHÁ/LEI QUE É PROIBIDO LEVANTAR O PASSADO DE UMA PESSOA QUE ESTÁ BUSCANDO ALINHAMENTO COM A HASHEM. PORTANTO, QUANDO ESTA PESSOA O AFRONTOU, ELA TRANSGREDIU MAIS UMA LEI, APESAR DELA TER SIDO USADA PELOS CÉUS PARA TESTAR VOCÊ QUE DEVE SE MANTER EM SILÊNCIO E SE AFASTAR DE PESSOAS ASSIM. RAB. AVRAHAM)

    Amor Verdadeiro por D’us é uma Obrigação Humana! Uma Pessoa Honrada Ama a D’us! Uma Pessoa Honrada ama ao Próximo! É o que eu sinto, mas é algo que eu faço! Uma questão de Retidão!
    O sacrifício por amor…. o Rav nos lembra que muitas vezes nós nos preocupamos muitos menos conosco do que o próprio Rav! (UMA VERDADE. RAB AVRAHAM)
    Outra frase importante que simplesmente resumiu meus últimos dias foi: “Vocês lidam, eu entendo, com problemas da vida que são muito duros, dinheiro, doença, idolatria ao lado de vocês, eu sou muito empático, à vezes eu não falo nada, mas eu sou muito empático, eu tenho um coração deeeeesse tamanho, só que eu fico na minha…” Todos estes obstáculos devem se tornar Oportunidades de Crescimento. Que do ouvido, todas as palavras do Rav, que são Palavras de Torá, desça este imenso percurso até o coração e se encha de Amor e Vontade de servir a D’us e que esse Amor cause Transformação! Se D’us quiser!
    A função do homem primordial na casa, é trazer Torá, é fecundar a casa com a semente de Torá, assim como o homem fecunda a mulher com a semente de seus filhos, ele tem que fecundar a mente e coração da casa com Torá! A Paz é um Recipiente de Bênçãos!

    Agradeço a D’us porque precisei superar muitas coisas pra conseguir estudar e cumprir minha obrigação.
    Agradeço ao Mestre por todo Amor dispensado.

    Que D’us nos abençoe! E muita Saúde ao nosso Mestre! Amén!
    Att.,
    Alex

    EXCELENTE EM TODOS OS SENTIDOS, BARUCH HASHEM. RAB. AVRAHAM

  5. Caro Sr. Rabino Avraham e colegas,

    Gostaria de pedir permissão para trazer nessas linhas os pequenos entendimentos que consegui alcançar ouvindo a aula do Sr. Rabino Avraham de título: ” Casal Noético”. De antemão peço escusas pelo erros e pela falta de aprofundamento.

    O Mestre começa a aula falando sobre o pequeno número de pessoas que estavam presentes no momento da mesma, isso me fez pensar no quanto eu também vejo as coisas de modo superficial, sem a capacidade de ver além daquilo que está muito óbvio, pois poderíamos pensar em termos de casal, a forma como nós deveríamos amar a D-us, e de fato, o Sr. Rabino traz essa ideia no decorrer da aula, muito embora tenha ficado me perguntando se isso se aplica mais certamente aos Judeus, pois afinal eles foram escolhidos para o casamento com D-us ?

    Em seqüência o Sr. Rabino Avraham, fala que há sites na internet e pessoas que têm muitos “seguidores”, referindo-se ao pequeno número de pessoas que tentam se ligar ao caminho que o Mestre Avraham ensina para seus alunos. Fala ainda, que este mundo é o ” mundo da mentira”, das ilusões. Fiquei lembrando aqui de que o Mestre sempre fala que o mundo material puramente é uma ilusão, quando dissociado do aspecto espiritual, assim, será que podemos entender isso como algo relacionado, querendo dizer, a maioria das pessoas vivem suas vidas apenas focadas nesta ilusão do mundo material, assim, ligam-se somente a coisas ilusórias e que de alguma forma reforcem seus laços com essa ilusão? Desculpem o devaneio. Como muitas vezes sinto dificuldade para seguir as orientações do Mestre, requer esforço, disciplina e força de vontade, tudo aquilo que somos programados para não ter, ao menos no tocante aos aspectos espirituais, pois nosso foco foi sempre direcionado ao material, usando sempre a lei do mínimo esforço para ter resultados ( como trazido pelo Mestre em aulas anteriores), então, trilhar o caminho que o Mestre ensina é mudar completamente o foco, algo bastante difícil, ao menos para mim. Fazendo com que pouco desejem realmente seguir por ele, afinal, requer ação, requer esforço e há a quebra das ilusões que vivemos ao longo de muitos anos, isso justifica as pessoas procurarem apenas na superficialidade, ligando-se apenas as cascas.

    O Mestre fala que site casher, só há um! Algo que veio a mente quando ouvi isso foi que, se mesmo vivendo num mundo plural, ou seja, repletos de múltiplas manifestações, como o Sr. Rabino traz em muitas aulas, isso apenas são manifestações de Um, único Ser vivente, ou seja Hashem, assim, poderíamos dizer que quanto mais elevado, quanto mais próximos do Um, haveriam menos manifestações individuais? Menos distorções? Fiquei imaginando que: só deve mesmo haver um caminho correto para se chegar ao reconhecimento de nossa ligação com D-us, dentro daquilo que temos estofo e raíz de alma para apreendermos?

    Segue o Sr. Rabino trazendo à luz conceitos sobre o amor, emoções e as distorções que esses sofrem ao longo deste mundo de ilusões. O Mestre fala sobre um capítulo do livro ” Início da Sabedoria” do Rabino Eliyahu de Vidas, onde é tratado sobre a razão de Hashem ter criado a emoção do amor entre o marido e a mulher, e aqui peço permissão para uma nova inferência, é falado entre o marido e a mulher, isso seria como estabelecer uma cerca? Dizendo que essa é a única relação sancionada? Intuitivamente diria que sim, ali já se estabelece a correta forma de se entender o amor. A resposta que é trazida ao questionamento levantado no livro citado pelo Mestre, seria de que Hashem criou essa emoção para que servisse de degrau para que ambos aprendessem como amar a D-us. Trazendo a ideia de que o homem que não compreende o que é amar uma mulher, não compreenderá como amar Hashem. Confesso que aqui fiquei muito perplexo com essa ideia, afinal, nós distorcemos tanto aquilo que chamamos de amor que fica difícil relacioná-lo com D-us, porém, mais adiante na aula o Mestre explica as razões disso, trazendo que a corrupção dos conceitos estão relacionados ao legado da cultura grega no mundo secular.

    O Mestre fala ainda que, o “serviço à D-us deve ser feito de forma passional”, querendo dizer que deve ser feito com paixão, e traz como exemplo a maneira com cuida dos alunos, quando admoesta, faz por amor, com zelo e paixão. Fiquei pensando, quisera nós todos termos ao menos um pouco desta paixão do Mestre, para também servirmos a D-us como Ele determinou que deveríamos.

    Seguindo a aula o Sr. Rabino explica que há diferença entre amor verdadeiro e a emoção que a maioria de nós confunde com amor. Diz o Mestre que “amor é a motivação da alma”, enquanto “as emoções são produto do entendimento”. Revela ainda, que na maioria das vezes são tratadas como sinônimos, quando em verdade são muito diferentes, e que o meio em que vivemos contribui para a corrupção do amor, explicando que isso é herença da cultura helenista que em sua essência era hedonista, ou seja, valorizando a ideia de que “se eu gosto de algo, então isso é bom”. Aqui fiquei pensando que isso equivale a dizer que o homem é o centro de tudo? Tendo “poder” de arbitrar sobre tudo, deslocando o foco do universo de D-us para o homem, desculpe o devaneio. O Mestre fala que está é a raíz do mundo secular, anti D-us, que corrompe e perverte todas as cercas morais que primam pelo equilíbrio da sociedade e das suas relações e mesmo da relação do homem com D-us.

    O Mestre traz a ideia de que os conceitos de que a dicotomia céu e terra, trazida como aspectos contrários, querendo dizer, que o céu é bom e a terra não é boa, são totalmente equivocados. “Que tudo o que está no céu e na terra deve ser santo” . Aqui fiquei lembrando de aulas anteriores em que o Sr. Rabino explica que “nada de ruim vem do céu”, querendo dizer, tudo aquilo que Hashem faz é bom, se nos parece diferente disso é por não termos capacidade de entender, ou seja, tudo é passível de elevação em algum nível e grau e entendimentos que vão muito além daquilo que possamos ver. Em se aplicando isso ao mundo onde vivemos, o Mestre traz a ideia de ser um homem de Torá no mundo, ou seja, viver o mundo material, com todas as suas nuances e conseguir elevá-lo, e aqui pergunto: aos noéticos essa elevação seria fundamentalmente em relação ao aspecto moral? Poderíamos entender céu como espiritual e terra como material? Assim, viver uma vida reta e digna, que seria nosso objetivo, seria como aproximar esses pólos que os gregos contribuiram para separar? Ainda, o Sr. Rabino explica que somente na Torá temos como ver o equilíbrio entres esses aspectos, cita que ninguém na Torá viveu isolado, ou seja, viviam no mundo e trabalhavam para transformá-lo em um lugar melhor, usando as riquezas de forma canalizada em direção à elevação do mundo, assim eu pude entender as palavras do Mestre, desculpem.

    Em seguimento o Mestre traz que amor, “não é apenas aquilo que se sente no coração”, mas sobretudo, aquilo que se faz! Traz o dito do profeta Habacuc: ” o Justo vive pela sua fé”, e aqui peço permissão para trazer as palavras do Mestre no site Beit Arizal: ” Fé não é aquilo que você crê, não é algo teórico e filosófico somente, mas sim as ações retas que você toma baseadas na sua confiança em Hashem e em Suas leis”. Confesso que estás duas citações têm sido meu norte desde que comecei a estudar Torá e ouvir o Mestre. Tento carregá-las na mente e no coração sempre, tentando,na medida de minhas pequenas forças, conduzir minha vida embasado nessas palavras, que Hashem assim permita conseguir.

    O Sr. Rabino Avraham segue explicando que se o amor é fundamentalmente as ações que tomamos, quando aplicamos isso ao relacionamento entre o marido e a mulher, temos a chave do sucesso no casamento, ou seja, as ações de amor tomadas por ambos é que são o segredo para que seja uma união feliz e duradoura, além de servir de apredizado para que se compreenda como amar a D-us também. Diz o Mestre: ” amor é o que você dá e não aquilo que você espera receber de uma outra pessoa”; Aqui fiquei pensando em vários momentos em aulas anteriores e Mestre fala sobre sermos “doadores” e não apenas “buracos negros”, ou seja, focados em receber tudo para e apenas para nós. Levando isso em consideração, fiquei me perguntando: quando aplicamos essa ideia ao nosso relacionamento com D-us, equivale dizer que amamos a Ele quando cumprimos Suas leis? Sem esperar nada em troca, fazendo isso apenas por ser isso o correto, sem nada mais, seria isso? Intuitivamente eu diria que sim, amar a D-us é servi-lo nos moldes que Ele desejou que fosse feito, para cada um de nós, independente do grupo que façamos parte com paixão e alegria.

    Caro Sr. Rabino Avraham e colegas, fico por aqui, creio já ter excedido o tamanho de um texto adequado para leitura, tudo o que poderia dizer a mais seria tão somente prolixidade, pois meu entendimento não permite maior aprofundamento. Então peço desculpas pelos erros e abusos. Escrevo de coração aberto para as correções e sugestões e espero que de alguma forma possa contribuir para o crescimento do grupo, que Hashem assim permita.
    Tudo de bom a todos,
    Diego Malheiros.

  6. Shalom, Mestre e membros do Grupo.
    Gostaria de expressar um humilde comentários sobre esta aula.
    Na aula sobre o Casal Noético, o Mestre, generosamente, nos expõe pontos, explicando o amor que deve existir entre um homem e uma mulher que formam um  casal, afirmando que, o homem que não sabe amar uma mulher, jamais vai conseguir amar a D’us e que esse amor, tem de ser de entrega total, de todo coração, bem como relaciona os deveres de cada um, afirmando que cabe ao homem zelar e levar para dentro do lar, os ensinamentos da Torá, para que seu lar seja sempre iluminado, cabendo, portanto, esse dever para com o imaterial a ele, homem, enquanto que para a mulher, cabe a guarda do lar e dos filhos, devendo o homem sempre buscar a felicidade da mulher, o estar feliz dela, pois a mesma representa uma unidade divina.
    Dentro do contexto de como deve agir o casal, o Mestre, ressalta os malefícios do mundo secular, citando que tudo no mundo secular é teoria, tudo envolve ela e que isso se deve à Civilização Helênica…

    Se, de par desses ensinamentos do Mestre… esse legado, principalmente no que diz respeito ao levar o homem ao afastamento dos ensinamentos divino …. que nada mais é do que o mundo sem D’us, onde a teoria tem o papel de levar o homem a justificar seu bem estar, seu prazer, tudo o que deseja, porém sob as mais blasfemas atrocidades para com D’us e para com ele próprio, sendo, o exemplo dessas atrocidades, a maior das teorias materialistas, onde D’us é totalmente afastado, o comunismo, cuja teoria e seus desdobramentos, nazismo, fascismo, socialismo (D’us nos livre), sempre, a pretexto de levar o bem estar ao homem, de tirá-lo do estado de opressão, de libertá-lo, sempre o brinda com morticínios, sofrimentos e privações terríveis.
    A grandeza desse ensinamento do Mestre está em nos apontar, não só a causa de todos os males do secularismo, mas, mais ainda, em conseguir compactar em uma frase, todo esse contexto acima, pois todo o mal que aflige o homem desde aqueles idos até o presente, reside nas teorias, nos sistemas filosóficos. No final dos ensinamentos dessa aula, encerra o mestre tecendo considerações sobre um ensinamento que resume, da mesma forma que o ensinamento de que um homem que não sabe amar uma mulher jamais vai amar D’us, toda a Torá, sendo o mesmo, o ensinamento que diz que, o justo vive da fé, frase que para mim, em meu humilde conhecimento de noviço, leva a interpretá-la no sentido de que todo justo é reto, vive segundo os ensinamentos e mandamentos da Torá e dessa forma, ele ama a D’us, ele devota seu coração na integralidade para D’us, assim, o justo, vive de D’us.
    Este foi meu humilde comentário.
    Shalom ao Mestre e aos demais membros do grupo.
    Que D’us nos acompanhe sempre.
    Adalberto Kuhl.

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